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Assim começo por relatar o propósito da minha terceira viagem a Angola, porém vou começar por divagar os momentos que vivi na minha segunda viagem a Angola pós migrado em Portugal (risos). Já não me deslocava a terra durante algum tempo, ou seja há um tempinho, pois desde que cá estou migrado fui apenas três vezes a contar com a última. Lembro-me de ter ido pela primeira vez em 2004, na altura em que documentei na minha história como homem de arte, a minha primeira obra discografica de originais aos 25 de Setembro se a memória não me for falível.Quem sou para ter este choro, há quem vive em Portugal a mais de vinte anos e só vê Angola nos seus sonhos, outros ainda pela TV, contos e pela literatura, ou seja, imaginam... eu agredeço a Deus.


PARTICIPA na Jornada Europeia pelos direitos dos/as Imigrantes
Domingo, dia 17, 15H, MARTIM MONIZ
Dia 17 de Maio, um pouco por toda a Europa – em países como a França, Itália, Luxemburgo, Hungria, estado Espanhol (Madrid, Murcia, Galiza, País Basco) – vão se realizar uma série de iniciativas de contestação às políticas de imigração que têm sido implementadas na União Europeia.
Uma iniciativa de uma ampla rede de organizações, Pontes e não Muros, cujo manifesto, a ser enviado aos/às candidatos/as às eleições europeias, poderá ser consultado e subscrito (para organizações) em www.despontspasdesmurs.org
A União Europeia continua encerrada numa visão repressiva, eurocêntrica e redutora das migrações. O controlo das fronteiras e a perseguição dos/as imigrantes indocumentados/as, tornaram-se as palavras de ordem das políticas migratórias na EU, como bem o demonstram a Directiva das Expulsões e o Pacto Sarkozy.
Em tempo de crise, o/a imigrante tornou-se um bode expiatório, uma receita populista, conveniente para atrair votos e fazer os votantes esquecer os falhanços das políticas económicas e sociais.
Mas nós rejeitamos esta visão do país e da Europa:
· Porque contestamos estas as políticas que têm alimentado a migração clandestina e o tráfico humano, e um contingente de mão-de-obra desprovida de direitos, descartável, vulnerável perante a exploração laboral;
· Porque rejeitamos a consequente guetização de que têm sido alvo os/as migrantes e seus filhos/as;
· Porque estamos cansados/as da política do bode expiatório;
· Porque queremos combater a sério a xenofobia.
Em Portugal, domingo, dia 17, 15H, MARTIM MONIZ, também vamos DIZER NÃO À EUROPA DA VERGONHA:
· Pela regularização dos/as indocumentados/as;
· Contra a Directiva das Expulsões e o Pacto Sarkozy;
· Contra a xenofobia e a política do bode expiatório.
PORQUE COM DIREITOS IGUAIS TODOS GANHAMOS
Participa. Passa mensagem.
Poderás também subscrever a carta aberta sobre políticas de imigração lançada no passado dia 6 de Maio, através do email cartaabertaimigracao@gmail.com

A exploração está na moda entre patrões e governos, somos cada vez mais aqueles e aquelas que vivem vidas permanentemente precárias. Somos muitos mais do que dizem as estatísticas. Somos mais do que números, somos pessoas. E lutamos para que as nossas vidas não sejam assim para sempre. Estamos a meio de um percurso que junta diversidade na recusa, com a força e energia de cada um de nós. Queremos ser muitos e muitas mais, para fazer uma grande parada no 1º de Maio!
Vem festejar a recusa da precariedade! Contamos contigo!
17 de Abril, 6ª feira :: a partir das 22h
Ateneu Comercial de Lisboa
Rua das Portas de Santo Antão, 110 (perto do Coliseu)
Metro: Restauradores - Mapa
:: CONCERTOS de As Tucanas e Pedro e Diana ::
:: DJ's Crew Hassan ::
:: JOGOS :: FILMES :: Music battle* :: Construção de materiais para o 1º de Maio :: BANCAS
O Precariado dá luta!
* traz o teu leitor de música portátil com as tuas músicas para também fazeres a festa! Na "Music battle" cada pessoa que queira pode escolher uma música com a ajuda do DJ e levar a festa ao rubro!!
