sexta-feira, julho 24, 2009

quarta-feira, julho 22, 2009

Noite Super Mwangolé - Lançamento do Álbum de Walter Widal
Sesta-Feira dia 24 de Julho é no Mussulo (Lisboa). Lançamento do álbum do Mano Walter Widal. Convidados especiais: PM, D3M e surpresas... Senhora na guest list não paga e o cavalheiro paga menos. Cavalheiro: 12 Euros. Infoline: 96 922 09 56

sábado, julho 18, 2009

Namoro Violento Não é Amor


Faz mais contra a viol~encia doméstica. Ama de Verdade não sejas violent@ com a/o tua/teu namorad@/ espos@.

Sabe mais em http://www.amorverdadeiro.com.pt
Divulga e não sejas violent@, sê carinhos@!

terça-feira, julho 14, 2009

COLECTIVO MIRAGENS TEATRO - LUANDA | ANGOLA presente no Festival de Teatro de Almada


Clique para ver o link directo com informações sobre o Colectivo Miragens Teatro.

O Colectivo Miragens Teatro foi fundado em 1995 na Comunidade Religiosa de São Luís, no Bairro Rangel, e é hoje considerado um dos mais importantes colectivos de criação teatral de Angola.

Não perca a oportunidade de assistir ao trabalho de Teatro deste colectivo angolano.
Toda a informação sobre este excelente festival em ww.ctalmada.pt
Angola Participa nos Jogos da Lusofonia

Aceda à programação aqui

Visite o Site Oficial do Jogos - www.lisboa2009.org, divulgue e participe!

quarta-feira, julho 08, 2009

PM (Poderoso Mensageiro) de volta a Portugal(Foto by Baza Creative)
Olá pessoal, amigo, truta, camarada, soldado, tropa e por além visitantes deste espaço www.hiphopexcentrico.blogspot.com, em especial aos fãs, apreciadores e inspiradores da minha musica e consciência (vocês são cúmplices da minha existência, estimo-vos).

Como já antes tivera escrito neste espaço, eu e os meus criamos este espaço para divulgar informações sobre cultura, educação social, política, memórias, entretenimento, activismo pró mudança e muito mais, mas divulgamos apenas o que nos faz interesse, ou seja do meu interesse e da equipe que colabora comigo para a existênxia deste pequeno e aleatório jornal @nlinet. Prioritariamente divulgamos as minhas actividades e trabalhos como também os de alguns amigos.

Este espaço @nlinet andou uns tempinhos parado devido a minha ausência durante sete meses fora de Portugal, pois encontrava-me em Angola fazendo trabalho de campo. Porém estou de volta a Tuga (arena lusa), a partir de agora mantenham-se atentos pois a saga não para, amizade, musica e activismo social. Paz e amor, luz e calor "humanistikel" para todos.

PM LIRICAL@CTI@N aos 27´Junho´2009 a´s 04:333 d´manhã escrevinhando.
Hiphopexcentrico Backgrounder 2009
"A minha 3ª viagem a Angola - Pós migrado em Portugal- 1ª versão"
Assim começo por relatar o propósito da minha terceira viagem a Angola, porém vou começar por divagar os momentos que vivi na minha segunda viagem a Angola pós migrado em Portugal (risos). Já não me deslocava a terra durante algum tempo, ou seja há um tempinho, pois desde que cá estou migrado fui apenas três vezes a contar com a última. Lembro-me de ter ido pela primeira vez em 2004, na altura em que documentei na minha história como homem de arte, a minha primeira obra discografica de originais aos 25 de Setembro se a memória não me for falível.Quem sou para ter este choro, há quem vive em Portugal a mais de vinte anos e só vê Angola nos seus sonhos, outros ainda pela TV, contos e pela literatura, ou seja, imaginam... eu agredeço a Deus.

O tempo falou por si e cá andei, até que no ano passado de 2008 começei activamente a preparar o meu 2º álbum de originais, por isso desloquei-me a Angola para terminar a obra complilando assim com algumas produções de produtores e músicos que vivem por lá. Na verdade foi também uma especié de respirar mais um pouco a poeira da minha terra mãe e sair desta tensão de choro ocidental, até porque foi nesta altura que conheci um pouco mais da infantilidade que dormia comigo todos os dias junto de muitos intervenientes que fazem parte do movimento rap em Portugal... foi deste mesmo barco de ilusão e de imaturidade que me desliguei, fazendo assim uma linda e bonita viagem as minhas raizes.

No entanto ao estar em Angola, viajei várias vezes para Benguela de carro com o meu irmão e colega Hélvio, o tal puto que lhe chamo o fenómeno da voz do Semba (um dos ritmos mais conhecidos dos vários tradicionais existentes em Angola) da nova geração, mas como eu, também bebe vinho, cerveja e tem uns rastas por fazer (risos). Com seu carrinho Getz modesto da Hyundai que nos levava de Luanda á Benguela e de volta a Luanda nos trazia, Luanda a capital de Angola, terra das oportunidades onde muitos "provincianos" encontram vencimentos gordos de esperança de verem o sucesso das suas hablidades e dons serem reconhecidos pela nação e daí a internacionalização. Okey! Lá iamos com umas birras e carne de caça assada que pelo caminho parando encontravamos com as Kotas que paiavam estes mambos (Senhoras mais velhas que vendiam estas coisas) para os camionistas, taxistas e passsageiros que faziam aquela rota (risos). Obs: Porém, não é um bom exemplo andares a conduzir e ir bebendo alcool pelo caminho.

Na felicidade das nossas viagens, um dia destes andei pelos bairros da província de Benguela a ver o que tinha mudado para melhor ou o que tinha sido destruido... Encontrei muitas coisas boas mas também encontrei outras coisas más... passando a frente, pensei que havia ainda muitas mais coisas para se fazer, o que se perdeu visonei uma reposição mais actualizada. Para além dos bairros que visitei, o meu plano foi visitar ainda mais para tirar conclusões e ver viva de perto a realidade de que as pessoas falam e vivem, porque da cidade "sei" eu e já tinha visto quase tudo, neste andar visitei também alguns lares socias, enfim.... Encontrei uns com melhores condições e outros com fortes necessidades de apoio.

No entanto pus-me na conversa com um vizinho meu sobre o assunto e sobre valores morais, culturais, acção social, e nesta ele disse-me que dava formação como voluntário num lar social e que este se chamava "Aldeia de crianças SOS", daí combinamos visitar esta aldeia algum dia, chegando então ao dia, até acordei um pouco mais cedo e ressacado pela noite de ontem que me tinha levado num arrastão júvenil duma forte tibaria (Beber alcóol relativamente fora do estímulo normal que se aconselha) de cervejas Carlsberg e de Cuca em lata, mas com prudência tive de honrar o compromisso que assumi em fazer aquela visita.

Foi uma experiência muito interessante, pois deparei-me com uma organização fora do comum, comparando com os lares que visitei antes... Pensei então que em vez de preocupar-me em ter mais um álbum de originais no mercado, porquê não deixar-me levar pelo coração e consciência? Priorizei assim o meu dom, emprestando-o a um projecto musical que tivesse dois sensos: um musico- cultural, educacional e outro de sensiblização a acção social. Nestas duas visões, precisei apenas de saber como fazer o projecto, depois saber se valia pena pregar estes ambientes numa sociedade tendenciosa pela cegueira social e agarrada as vicissitudes do capitalismo selvagem. Pensei, como divulgarei esta obra para despertar a consciência das pessoas para se criarem mais lares com a mesma estrutura organizativa tal como a aldeia acima mencionada e sobretudo alertar a concsiencia do cidadão civil a comungar comigo contribuindo neste projecto?

No entanto procurei arranjar condições financeiras para criar então a obra onde participacem vários musicos e com diversos ritmos, mas para isto precisava-se de interesses comuns entre os convidados ou uma boa verba para custiar os estudios e musicos convidados, batendo assim inúmeras portas, desde instituições estatais e privadas, mas estas portas estavam todas bem fechadas, nada consegui para tal ambiente, na altura até saiu-me um "foda-se, se fosse para apoiarem concursos de miss eram os primeiros, mas para causas essencialmente importantes e prioritarias até fingem não saber de nada"... Mas com ajuda de uma pessoa em especial, sem igual, amiga e com muito bom coração consegui então criar um projecto estruturalmente solído, com tudo para ter visiblidade, grande dimensão e que chamasse a atenção de todos os angolanos sem excepção de idades ou escalões sociais.

Regressei então da minha segunda viagem a Angola pós migrado em Portugal (risos), no dia 1 de Junho de 2008, a correria foi produzir o projecto e regressar de novo para Angola já com o projecto feito para então entrar em actividade, regressei então no dia 13 de Setembro. Para mim não importava tanto as baixas que pudesse ter na divulgação e nos resultados não muito ricos... O mais importante foi o que ainda acho, o projecto teve a nota 100% depois de olhar para alegria e sorriso daquelas crianças quando os visitei e falei-lhes do projecto até ao dia da primeira entrega. Assim foi um pouco da minha história e do porquê ter feito esta "Minha 3ª viagem a Angola- Pós migrado em Portugal".

Para mais inf@s acompanhem-me apoiando este projecto, pois ele é contínuo... Paz, amor e MwAngolAvante.

Texto por: PM (Poderoso Mensageiro)- rapper
Hiphopexcentrico backgrounder: aos 21 de Junho de 2009
Jornalista Miguel Neto em Los Angeles - USA
Directamente do próprio, reproduzimos a mensagem Alto Nível de Miguel Neto:

O apresentador angolano Miguel Neto deslocou-se de emergencia a cidade de Los Angeles para constatar também o ambiente que se vive à volta das exequias funebres de Michael Jackson.

Tendo deixado Angola na noite do dia 3 de Julho, Miguel Neto que escalou Lisboa, chegou a Los Angeles as 22 horas locais (6h em Angola) sob fortes foguetes e lancamento de fogo de artificio que assinalaram as comemoracoes de mais um aniversario dos Estados Unidos, a 4 de Julho.

À sua chegada a Los Angeles, o apresentador deslocou-se até Hollywood onde depositou também a sua coroa de flores na estrela de Michael Jackson.

Nivel
PM (Poderoso Mensageiro) rapper angolano em acção social (2008/2009)

O rapper angolano
PM (Poderoso Mensageiro) reside em Portugal há quase uma decáda, esteve em Angola durante o mês de Outubro de 2008 até ao primeiro trimestre de 2009 em trabalho social. Firme e de coração aberto, o rapper deslocou-se a Angola para promover um projecto musical com vertente social titulado R.A.P. (Realidade, Amizade, Prosperidade), cujo o objectivo fulcral foi de despertrar e de sensiblizar a consciência social ao amor ao proximo como desenvolvimento, divulgar a existência de Aldeias de crianças SOS em Angola, a forma bonita e organizada como trabalham, e parte das vendas deste projecto musical reverteu em forma de material didático e cultural para um dos projectos, a Aldeia de Crianças SOS na provìncia de Benguela em Angola.

Porém, o rapper angolano que já é conhecido por muitos apreciadores da cultura Hip Hop dentro do ciclo Palop e por além, pela sua veia independente e impulsionador da cultura acima mencionada, criador de vários projectos com o fim social, utilizou mais uma vez a sua poesia e musicalidade para chamar a atenção das pessoas ao amor ao próximo e mais, no conteúdo da sua música propôs a reposição de alguns dos valores cívicos, etícos, morais, sociais, culturais e sobretudo humanos que o povo angolano veio perdendo durante os largos anos que esteve em guerra e que ainda se faz sentir nos dias hoje...

PM levou como mensagem para a consciência dos seus irmãos angolanos, que para se atingir o progresso de qualidade de vida esperado por todos angolanos, a sinceridade, clareza e intervenção de todo angolano independentemente da intervenção do estado, é indispensável.
Educação e cultura: Crítica ao livro ´A sarrabulhada de Miguel Neto ´ Livro da autoria de Miguel Neto (Jornalista e entertainner Angolano)

Consulte a nota ao final deste texto.

De uma forma geral, apreciei a forma como o autor do livro enfatiza os valores que a sociedade angolana deverá resgatar para que se possa ter e sentir enquanto enquanto uma nação.

Gosto particularmente do incentivo que dá aos jovens no que toca ao prosseguimento de estudos, empreendorismo e no que toca a solidariedade e amor ao próximo.

Faz críticas veladas a uma franja da sociedade angolana que se pauta pelo despezismo e futilidade, estas foram tão bem concebidas e descritas que consegui rever um conhecido Zé ou uma conhecida Maria, porém sinto que muito do que pelo o autor foi criticado é muitas vezes nos seus programas seja de rádio como de tv incutido aos ouvintes/telespectadores como algo aceitável, o que na minha opinião transmite uma certa contradição. O autor critica determinados comportamentos no livro e incita os mesmos nos seus programas. É o caso do artigo "A má língua tem os dias Contados". Neste artigo, o autor desfere vários golpes aos tidos como fofoqueiros mas o certo é que quem segue os seus programas sente que o mesmo destila e exalta várias anonimosidades entre determinados artistas. Tal como no artigo "Que Jovens teremos futuramente?" o autor rejeita o comportamento lascivo e agressivo dos jovens integrantes da cultura Hip Hop, porém todos temos conhecimento que o Nível do Neto prima por ser Padrinho do Beef.

Os artigos que mais me suscitaram interesse foram: "Solidariedade, afinal é possível","Ir á Luta por meios próprios", "Valores Morais precisam-se", "O Hábito pela Leitura activa os Bons Costumes". Porque mais do que criticar o que não temos feito, dá-nos a conhecer todo um mundo que já foi uma realidade entre nós mas que por agora se encontra adormecido.Concede-nos Angola enquanto Povo, sentindo e cuidando do seu Povo e não enquanto terra da fortuna sofrívelmente fácil. Há uma grande preocupação em passar um legado de companheirismo, de amizade e união.

O livro no seu todo apresenta indícios de uma positividade inteligente, reflectiva e não a típica positividade que serve para nos consolar, conformar ou mesmo aplacar. Também senti que o autor teve o cuidado de não sacudir somente a culpa de se ter construído um império de faltas, falta de amor, falta de respeito, falta de justiça, falta de humildade, etc nos tempos idos de guerra civil, da mesma forma que me identifiquei com a vontade do autor em dar a conhecer o sentimento predominante na diáspora.

Para terminar, devo apenas acrescentar que este é um daqueles livros que deveria ser lido pelos mais velhos aos mais novos... no Onjango. Porquê? Para renovar o espírito da passagem de valores de geração a geração.

Por: Telma Tvon aka TL (rapper)
Outros dados: Profissão; Funcionária pública,
Grau académico; licenciatura em "Estudos africanos"
Hiphopexcentrico backgrounder: Lisboa/Portugal aos; /06/2009


NOTA: Quando encontramos a palavra "crítica" tendemos a considerar apenas a sua carga negativa. De facto, existe a crítica num sentido de "Apreciação", apreciação de uma dada obra ou actividade. É importante sublinhar que a palavra "crítica" não pode nunca ser compreendida apenas como algo negativo; a crítica pode ser positiva ou negativa. A crítica literária é uma apreciação do trabalho do autor. FIM DE NOTA.

sábado, maio 16, 2009

DIZ NÃO À EUROPA DA VERGONHA
A tua voz e presença contam! Não fiques em ca
sa!

PARTICIPA na Jornada Europeia pelos direitos dos/as Imigrantes

Domingo, dia 17, 15H, MARTIM MONIZ

Dia 17 de Maio, um pouco por toda a Europa – em países como a França, Itália, Luxemburgo, Hungria, estado Espanhol (Madrid, Murcia, Galiza, País Basco) – vão se realizar uma série de iniciativas de contestação às políticas de imigração que têm sido implementadas na União Europeia.

Uma iniciativa de uma ampla rede de organizações, Pontes e não Muros, cujo manifesto, a ser enviado aos/às candidatos/as às eleições europeias, poderá ser consultado e subscrito (para organizações) em www.despontspasdesmurs.org

A União Europeia continua encerrada numa visão repressiva, eurocêntrica e redutora das migrações. O controlo das fronteiras e a perseguição dos/as imigrantes indocumentados/as, tornaram-se as palavras de ordem das políticas migratórias na EU, como bem o demonstram a Directiva das Expulsões e o Pacto Sarkozy.

Em tempo de crise, o/a imigrante tornou-se um bode expiatório, uma receita populista, conveniente para atrair votos e fazer os votantes esquecer os falhanços das políticas económicas e sociais.

Mas nós rejeitamos esta visão do país e da Europa:

· Porque contestamos estas as políticas que têm alimentado a migração clandestina e o tráfico humano, e um contingente de mão-de-obra desprovida de direitos, descartável, vulnerável perante a exploração laboral;

· Porque rejeitamos a consequente guetização de que têm sido alvo os/as migrantes e seus filhos/as;

· Porque estamos cansados/as da política do bode expiatório;

· Porque queremos combater a sério a xenofobia.

Em Portugal, domingo, dia 17, 15H, MARTIM MONIZ, também vamos DIZER NÃO À EUROPA DA VERGONHA:

· Pela regularização dos/as indocumentados/as;

· Contra a Directiva das Expulsões e o Pacto Sarkozy;

· Contra a xenofobia e a política do bode expiatório.

PORQUE COM DIREITOS IGUAIS TODOS GANHAMOS

Participa. Passa mensagem.

Poderás também subscrever a carta aberta sobre políticas de imigração lançada no passado dia 6 de Maio, através do email cartaabertaimigracao@gmail.com

sábado, abril 25, 2009

3ª edição do Festival ImigrArte - A festa vai começar!

Três dias de muita arte e cultura. Dia 1, 2 e 3 (Domingo) de Maio.

Clica no cartaz e programa abaixo ou visita o blog da interculturalidade http://www.lisboaintercultural.blogspot.com



3º Aniversário da Crew Hassan - 1 de Maio

Muita, muita festa, muitas performances, exposições. Para além da info contida no duplo cartaz aproveita a sugestão e passa na Crew Hassan para visitares todo o trabalho em exposição e instalações, não te irás arrepender!

Para a mega festa, marca na tua agenda, dia 1 de Maio.

Visita: www.crewhassan.org

www.myspace.com/crewhassan
MigraSons - Rádio e Diversidade

Já está online um programa de rádio muito especial, muito sem muros. Descobre o MigraSons, todos os Domingos na Rádio Zero ou visitando http://migrasons.blogspot.com

quinta-feira, abril 16, 2009

Festas Mayday 2009!

A caminho do 1º de Maio, continuamos a mobilização. “Somos muitos +”: a Festa MayDay Lisboa 2009 está a chegar, para juntar muita gente antes da parada no Dia do Trabalhador e da Trabalhadora.

Uma Festa para continuar este percurso de visibilidade e luta contra a precariedade. E para chegar a mais gente esta ideia: é possível enfrentar a precariedade e descobrir espaços de encontro que nos tornam mais fortes.

É por isso que pensámos um espaço de convívio em que os concertos, os filmes, a música, o espaço de construção de materiais para a parada, a presença do movimento associativo, as conversas e os copos são propostas para acrescentar vozes e ideias à parada de precários e precárias do 1º de Maio.

É já na próxima 6ª feira, no Ateneu Comercial de Lisboa, bem no centro da cidade, ao lado do Coliseu. À entrada, pedimos-te uma pequena contribuição: sim, porque não queremos ter patrocínios para esta montar esta Festa e construir o MayDay Lisboa 2009.

A exploração está na moda entre patrões e governos, somos cada vez mais aqueles e aquelas que vivem vidas permanentemente precárias. Somos muitos mais do que dizem as estatísticas. Somos mais do que números, somos pessoas. E lutamos para que as nossas vidas não sejam assim para sempre. Estamos a meio de um percurso que junta diversidade na recusa, com a força e energia de cada um de nós. Queremos ser muitos e muitas mais, para fazer uma grande parada no 1º de Maio!

Vem festejar a recusa da precariedade! Contamos contigo!

17 de Abril, 6ª feira :: a partir das 22h

Ateneu Comercial de Lisboa
Rua das Portas de Santo Antão, 110 (perto do Coliseu)
Metro: Restauradores - Mapa

:: CONCERTOS de As Tucanas e Pedro e Diana ::

:: DJ's Crew Hassan ::

:: JOGOS :: FILMES :: Music battle* :: Construção de materiais para o 1º de Maio :: BANCAS

O Precariado dá luta!

* traz o teu leitor de música portátil com as tuas músicas para também fazeres a festa! Na "Music battle" cada pessoa que queira pode escolher uma música com a ajuda do DJ e levar a festa ao rubro!!

quinta-feira, abril 02, 2009

Debate Público Do “motim” de Caxias ao terror de Monsanto
Boas irm@s,

A Khapaz esta semana a reflectir sobre a "Sociedade" desta vez em parceria com a ACED em mais uma sessão sobre as prisões em Portugal. não só para nós, que temos familiares amigos e conhecidos encarcerados, mas para todos os que percebem que as prisões não "reabilitam ninguém" e, pelo contrário, tiram a dignidade de muitos seres humanos. num dos países com maior taxa de reclusos da Europa, e após o relatório da Comissão de Prevenção da Tortura, que apontou para a continuação violação dos direitos humanos e para as condições desumanas das prisões, este debate é para todos.

Sem Justiça não há paz
Sociedade khapaz

Debate Público
Do “motim” de Caxias ao terror de Monsanto


3 de Abril, sexta-feira, 20 h.
Associação KHAPAZ
Rua João Martins Bandeira, 7-A
ARRENTELA – Seixal


Treze anos depois, a “Justiça” portuguesa encontrou “razões” para
levar a julgamento 25 pessoas acusadas de “amotinamento” no reduto
Norte do Forte de Caxias - por factos ocorridos em 23 de Março de 1996
- de que os ora acusados não têm qualquer responsabilidade.

O arrazoado acusatório não é mais do que um delirante exercício de
ignorância, revanche e tentativa de branqueamento do sistema
prisional. Porque, para quem não tem a memória curta, o que se passou
na data em apreço não foi mais do que uma acção ilegítima de pura
barbaridade e terrorismo de Estado contra os presos de Caxias que, num
protesto cívico e civilizado, quiseram denunciar os efeitos da
sobrelotação, o escândalo do descontrolo clínico-sanitário, bem como
as reiteradas humilhações e violações dos Direitos Humanos a que
estavam sujeitos.

Essa luta [repetimos: cívica e civilizada!] vinha sendo empreendida
desde dois anos antes, quando o movimento de contestação nas cadeias
começou a fazer manchetes, a abrir noticiários televisivos e a
concitar - como se pode verificar na imprensa da época - a simpatia da
população que, lentamente, começou a perceber que as prisões [ao
contrário do engodo oficial mil vezes repetido] não eram, nem nunca
serão, um instrumento de contenção da criminalidade. Bem pelo
contrário, toda a sua lógica e subcultura manifestam-se como geradoras
de um infinita linha de produção de revolta e crime, cujos efeitos são
sentidos por todos os que não têm acesso às mordomias da “segurança de
bens e pessoas” e aos condomínios fechados.

A farsa do julgamento começou a 5 de Março, retoma o ridículo a 2 de
Abril e, provavelmente, irá estender-se nos próximos meses, tentando
provar o improvável. Embora já tenham percebido, logo na primeira
audiência, que – ao contrário do que supunham – o acto inquisitório
não vai ser “favas contadas”…

E treze anos depois, os métodos, as práticas e o terror são os
mesmos, como aliás, a título de exemplo está aí a Guantanamo de
Monsanto com tudo o que nos impele à indignação e ao nojo.

Ao comemorar 12 anos de vida e luta, a Associação Contra a Exclusão
pelo Desenvolvimento (ACED) não quer deixar de fazer o que sempre fez:
denunciar a iniquidade e debater publicamente temas que valem a pena,
procurando com tod@s as respostas para a acção.

ACED - 12 Anos de Vida e Luta pelos Direitos Humanos
http://iscte.pt/~apad/ACED/

sábado, março 14, 2009

Sem direitos iguais Todos perdemos

Manifestação pelos direitos dos/as imigrantes,
15 de Março, domingo, 15h, Martim Moniz

Milhares de imigrantes continuam à espera de regularização. Sem documentos ficam sujeitos/as à clandestinidade, sem direitos e sem protecção social. A actual lei é hipócrita e mantém um ciclo vicioso: é necessário trabalho para ter direito a residência, mas é preciso residência para trabalhar, o que deixa @s migrantes num beco de difícil saída, precariza a sua situação e alimenta os "falsos contratos".

Muitos homens e mulheres são impedidos a viverem em família, pelo facto de serem pobres e vítimas da exploração dos patrões e continuam a pagar valores exorbitantes na aquisição e renovação dos seus documentos, violando-se o princípio da igualdade.

Salvo algumas excepções, os/as migrantes não têm direito ao voto, o que limita os seus direitos de cidadania.

Tudo isto contribui para uma maior exclusão social, pobreza e marginalidade, que só alimentam a xenófobia e o racismo - usando os/as migrantes como bodes expiatórios para os problemas gerais da sociedade. Por tudo isto, aumenta a insatisfação e revolta, especialmente junto dos jovens descendentes que continuamente sofrem os efeitos da guetização e exclusão.

Porque os/as migrantes não podem servir apenas para trabalhar e descontar, um conjunto de organizações convocaram uma manifestação para o próximo domingo, dia 15 de Março, pelas 15h, no Martim Moniz.

ORGANIZAÇÕES PROMOTORAS:
AAMA – Ass. de Amigos da Mulher Angolana;
AAMA- Ass. Moitense Amigos Angola;
AHCD- Acção Humanista Coop. e Desenvolvimento;
Alternativa Libertária;
Ass. Caboverdeana de Lisboa;
Ass. de Cubanos Residentes em Portugal;
AGUINENSO – Ass. Guineense de Solidariedade Social;
Ass. José Afonso;
Ass. Luso-Senegalesa;
Ass. Lusofonia Cultura e Cidadania;
AMRT - Ass. de Melhoramentos Recreativos de Talude;
ANPRP - Ass. de Naturais do Pelundo Residentes em Portugal;
Ass. de Originários do Togo;
Ass. Res. Guiné-Conacri Portugal;
Ass. de Solidariedade Caboverdeana da Margem Sul;
Ass. de Ucranianos em Portugal;
Ballet Pungu Andongo;
Casa do Brasil de Lisboa;
CGTP – Inter Sindical;
Centro Cultural Moldavo;
Colectivo Mumia Abu-Jamal;
Frente Anti-Racista;
GAFFE – Grupo A Formiga Fora da Estrada;
KHAPAZ;
Mulher Migrante;
Obra Católica Port. de Migrações;
Olho Vivo;
Plataforma GUETTO;
Sind. da Hotelaria do Sul;
SPGL – Sind. de Professores da Grande Lisboa;
Sind. dos Trabalhadores da Agricultura, Industrias de Alimentação, Bebibas e Tabacos de Portugal;
Sind. de Trababalhadores do Munícipio Lisboa;
Sind. de Trabalhadores de Serviços de Portaria Vigilância, Limpeza,Domésticos e Acts Diversas;
Solidariedade Imigrante-Ass. para a Defesa dos Direitos Imigrantes;
SOS Racismo;
UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta;
União de Sindicatos Lisboa.